1. Faça um Diagnóstico Financeiro Anualmente
  2. Tenha, no mínimo, 3 sonhos: a Curto, Médio e Longo Prazo
  3. Elabore um Planeamento Financeiro Mensal
  4. Poupe Mensalmente parte do que ganha, para os Sonhos
  5. Gaste Menos do que Ganha
  6. Tenha um limite no Cartão de Crédito, inferior aos seus Rendimentos
  7. Não use Cheque Especial, se possível, nem tenha!
  8. Mantenha Reservas para Situações de Emergência
  9. Distinga o Essencial do Supérfluo
  10. Compre sempre à vista e com Desconto

 

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De fato o problema é planejamento. Pesquisa da Sophia Mind aponta que 73% das mulheres ainda não possuem planejamento para aposentadoria. Entre as mulheres que já possuem um plano definido, 34% não estão cumprindo o planejado. O fato é que, embora a regra seja simples, muitos não conseguem seguir uma rotina financeira equilibrada. Com as mulheres, não é diferente.

Para os especialistas, não existe segredo: quem quiser se livrar das dívidas deve cortar, cortar e cortar gastos. No caso das mulheres, o primeiro passo é controlar a ansiedade. “É lenda o fato de os homens serem mais racionais. Eles também são consumistas. Mas as mulheres são mais ansiosas e o consumo é uma válvula de escape dessa ansiedade”, afirma Magda. O resultado é que as compras parecem ser um santo remédio feminino.

“Para sair de uma situação de endividamento, é preciso relacionar as despesas e os ganhos e ir cortando o que dá”, afirma Maleta. E como para mulher tudo parece essencial, dá para buscar alternativas para economizar. “As pequenas coisas é que fazem o dinheiro ir embora”, afirma Magda. Ela dá dicas para usar a criatividade e economizar.

Academia: não é necessidade básica. Dá para cortar esse gasto. “Se não quiser ficar sem fazer exercício, vá caminhar ou mesmo pular corda”, aconselha Magda.

Lazer: encontrar as amigos durante o final de semana para tomar um chope faz parte da vida de toda mulher moderna. Mas esse encontro não precisa sair tão caro. “O lazer de final de semana não precisa ser em um restaurante ou bar. Um jantar organizado em casa sai mais em conta”.

Beleza: deixar mãos e pés em dia e o cabelo perfeito. Para isso, muitas gastam e gastam muito. Mas mesmo aí dá para economizar. Reduzir o número de vezes que vai à manicure e pedicure ajuda. “E quem sabe fazer a unha faça em casa”. Você pode achar, mas não precisa hidratar o cabelo toda semana no salão. “Compre um creme adequado e faça em casa”, aconselha Magda.

Alimentação: especialistas concordam que comer fora de casa custa caro e é um dos itens que mais pesam no orçamento. Cozinhar em casa é alternativa para diminuir esses gastos. Para se animar a ir para o fogão, pense que é mais saudável levar para o trabalho comida feita em casa do que comer em restaurante.

Vestuário: comprar roupa nova é um verdadeiro prazer, ainda mais para as mulheres. Mas não precisa fazer isso a toda hora. Reinvente você mesmo o seu guarda-roupa. “Arrume o guarda-roupa e reveja as peças que têm e monte novas combinações”.

Maternidade: quem tem filhos quase não consegue resistir em comprar algum mimo para os pequenos. Mas resista aos supérfluos e pense: o seu comportamento de consumo influenciará o comportamento de consumo dos seus filhos.

Poupe e invista: Depois de criar alternativas e organizar o orçamento, é hora de pensar em poupar e investir. O levantamento da Sophia Mind mostra que 50% das brasileiras costumam poupar e investir.

Artigo completo aqui: http://noticias.bol.uol.com.br/economia/2011/06/06/de-devedora-a-investidora-com-alternativas-da-para-mudar-a-realidade-financeira.jhtm

1. Utilize o prazo de crédito gratuito e pague a 100%: Para evitar ficar enrolado em créditos, regularize as dívidas acumuladas no cartão dentro do prazo em que o crédito é gratuito. Geralmente, os prazos variam entre os 20 e os 50 dias. Se pagar 100% da dívida nesse prazo não vai pagar juros. Além disso, tenha em atenção a modalidade de pagamento escolhida. Na assinatura do contrato escolha a opção “pagamento a 100%”, para evitar que o banco defina uma percentagem inferior (20%, 50% ou 75%, por exemplo), e acumular juros sem necessidade.

2. Escolha um cartão à sua medida: Antes de escolher um cartão pondere que tipo de utilização lhe pretende dar. Desta forma consegue prevenir gastos desnecessários. Para quê ter um cartão ‘gold’ ou ‘platinum’, em que os encargos com taxas de juro e anuidades tendem a ser mais elevadas, se apenas precisa de um cartão de crédito para utilizar em viagens ao estrangeiro, compras pela internet ou efectuar apenas pequenas despesas? Outro inconveniente dos cartões ‘gold’ ou ‘platinum’ é o facto de terem ‘plafonds’ mais elevados, o que pode constituir uma tentação difícil de resistir, e mais tarde de também difícil pagamento.

3. Atenção às anuidades: Nem só de taxas de juro vive um cartão de crédito. Sempre que possível pelos cartões que oferecem a anuidade. Contudo, existem cartões que só oferecem a primeira anuidade. Para além disso, alguns também só isentam o pagamento de anuidades caso o cliente realize um gasto mínimo com o cartão.

4. Olhe para as TAEG: Para escolher o cartão de crédito mais económico compare as TAEG (Taxa de Juro Anual de Encargos Globais) de cada um deles. É esta a taxa que inclui todos os encargos associados ao cartão de crédito. Nomeadamente, a taxa de juro aplicada, os encargos com anuidades e comissões. Com base na TAEG compare até que ponto outras alternativas de crédito não poderão ser mais compensadoras, como o crédito pessoal ou o crédito autorizado das contas-ordenado.

Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/quatro-conselhos-a-ter-na-escolha-do-cartao_110892.html

Uma fatura impagável no cartão de crédito, um limite estourado no cheque especial e o medo de encontrar na rua o gerente do banco. Uma vez na condição de endividado, mesmo reduzindo os gastos, o que ainda se deve fazer é isolar cada dessas dívidas em atraso – para quem e quanto devo-, e estabelecer uma estratégia para quitá-las. Em não dispondo dos recursos necessários para honrar os compromissos, uma boa alternativa é apresentar propostas aos credores e efetuar pagamentos mensais, até que os valores sumam de vez do seu orçamento.

“Ao arrumar a casa e descobrir que posso ter o controle da minha vida financeira, eu posso procurar meus credores e fazer uma proposta para pagá-los. Por exemplo, de posse do orçamento, definir quanto disponho mensalmente para quitação dessas despesas e o número de meses necessários para saldá-las e assim montar uma proposta para levar aos credores”, ensina o consultor Reinaldo Domingos.

“Se os credores não aceitarem, mostre que você está se organizando financeiramente, que reconhece a dívida e que vai pagar, então, como e quando puder”, emenda. “Se por acaso eles ameaçarem de negativação do seu nome, ou seja, sua inclusão no SPC, por exemplo, o jeito é deixar acontecer. Depois se resolve. Afinal, quando você quita a dívida, os credores têm até cinco dias para regularizar sua situação junto aos órgãos de proteção ao crédito”, afirma.

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=925441

Uma das coisas que está a aumentar com a crise na Grécia são as redes de moedas alternativas, ou redes que funcionam “sem euros”.

Uma delas é a Ovolos (o nome vem de uma antiga moeda grega) que começou em 2009 e tem cerca de 5200 membros. O centro da rede é na cidade de Patras, no Peloponeso, mas funciona com base num site e estende-se assim “a toda a Grécia”, garante Spyridon Goudevenos, um dos fundadores, numa conversa por telefone.

Goudevenos diz que a organização começou por ser de ajuda. Mas as “pessoas que não tinham euros”, e que eram ajudadas, queriam retribuir. “Não é preciso ter euros para ter coisas valiosas”, sublinha. Por isso ele nunca diz “não ter dinheiro”; diz “não ter euros”.

Entre os valores mais trocados estão produtos alimentares, especialmente azeite e fruta, ou ainda bens como telemóveis. Nos serviços, aulas de grego ou línguas estrangeiras são bastante populares, assim como serviços legais, enumera Goudevenos.

No site Ovolos há uma notícia sobre um livro, do grego Andreas Roumeliotis, que compilou uma série de movimentos de moedas alternativas e trocas directas por toda a Europa.

“Se não puder comprar este livro com euros”, diz-se no site, “poderá fazê-lo com cinco litros de azeite biológico; 50 quilos de batatas; uma massagem shiatsu; um corte de cabelo e barba, uma consulta médica ou uma prova de que me ama”.

Fonte: http://www.destakes.com/redir/991dfacb4ac5187a425c15bf0ae68e92

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